DOMINGO 25 DE MARÇO DE 2012
QUERIA AQUELE BEIJO QUE VOCÊ LEVOU...
♥♥"....Te amo sem saber como nem quando e nem onde. Te amo simplismente, sem complicações nem orgulho. assim te amo pq não conheço outra maneira. tão profundamente q a tua mão no meio peito é a minha tão profundamente q quando fecho os olhos contigo EU SONHO... ♥♥ Sal 30:5
domingo, 25 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Nossa esse filme assistimos hj na escola muito emocionante gente muito bom até choramos o pessoal da sala e muito emocionante nossa. DOMINGO 26 DE FEVEREIRO DE 2012. Patch Adams - O AMOR E CONTÁGIOSO
Lição de Solidariedade
A noção que possuímos a respeito do que seria algo "contagioso" nos remete de imediato a doenças e, em seguida, a imagem de médicos, jalecos brancos, hospitais, remédios, internações e tudo que esteja diretamente relacionado a área de saúde. Não é fácil atribuir um símbolo tão intimamente ligado a noção de enfermidades a um outro conceito, aparentemente tão díspar e distante quanto o amor. O título do filme em português nos remete de imediato a uma reflexão ( o que, creio, não foi proposital por parte dos responsáveis) pois nos faz pensar se é possível espalhar "bactérias" ou "vírus" do amor entre as pessoas, infectando-as de boas intenções e proporcionando, dessa forma, melhores ações por parte de todas elas.
Seria, sem qualquer sombra de dúvidas, muito mais interessante do que espalhar através de armas químicas o medo e a morte a inocentes como temos visto em algumas regiões desse planeta.
O filme nos mostra um estudante de medicina, que como milhares de outros acaba de entrar na universidade, e procura em seus professores a resposta para suas várias dúvidas a respeito da formação profissional, seu nome é Patch Adams (vivido por Robin Williams que tem, mais uma vez, a capacidade de nos fazer rir e chorar).
A observação dos mestres em ação, de suas atitudes, e principalmente da forma como eles se relacionam com seus pacientes desperta em Patch a consciência de que aos tratamentos médicos falta um quesito fundamental, a humanidade, entendida como respeito, apreço, consideração, estima e calor humano da parte dos médicos em relação a seus pacientes (e, mesmo, em termos da forma como interagem com as enfermeiras).
Patch percebe que o distanciamento dos doutores no tratamento de seus pacientes pode estar provocando repercussões não percebidas a "olho nu" que revertem negativamente na recuperação dos doentes. De que adiantam todos aqueles equipamentos modernos e caros, remédios de última geração, ambientes sofisticados e limpos como os dos hospitais norte-americanos (é fundamental, convenhamos, que os setores da saúde disponham desses recursos todos, coisa que em nossa pátria amada Brasil não acontece) se não há por parte dos responsáveis pelo tratamento uma aproximação em relação a seus pacientes? O distanciamento e o pouco caso dos profissionais da área podem causar malefícios a saúde de seus pacientes é o que, em última análise, conclui o jovem estudante.
Chegar a essa idéia não foi difícil, complicado pode ser reverter esse quadro.
Como fazer com que o pedestal que separa médicos e pessoas em tratamento seja destruído? De que forma podemos tornar mais humanos nossos especialistas em saúde para que eles consigam com atitudes e presença ajudar a reverter por completo o drama de muitos de seus pacientes? Me lembro bem de um relato de uma enfermeira a respeito da forma cruel como foram tratados os primeiros pacientes internados em virtude do vírus HIV (aids), distanciados dos médicos e de seus auxiliares, separados por portas e vidros de seus parentes, agonizavam até a morte sem ao menos um carinho, uma presença, uma palavra de conforto.
O brilhantismo de Patch permitiu a ele criar um movimento que, depois, acabou por se espalhar por todo o território norte-americano e, posteriormente, para várias regiões desse vasto mundo em que vivemos (inclusive o Brasil), chamado "doutores da alegria", que consiste na visita aos enfermos por parte de médicos treinados para fazer rir, para tirar de dentro dos doentes uma força adicional, para buscar em cada um deles uma energia extra que permita-lhes ficar um pouco mais fortes e combater com mais ênfase suas doenças.
Os "anticorpos" propostos pelo personagem de Williams, contidos nessa atitude benevolente, de paciência, de relacionamentos calorosos e de bom astral e humor, não foram bem aceitos logo de princípio, muitos médicos relutaram (há resistências até hoje) como transparece no filme, em abandonar suas auras de cidadãos especiais, dotados de super-poderes e, por isso mesmo, passíveis de uma conduta que muitas vezes chegava mesmo a causar constrangimento a seus pacientes (é óbvio que, como em qualquer profissão, há médicos que não se utilizam de suas prerrogativas para se sentir acima dos demais mortais, assim como é patente que o conhecimento que possuem, por lhes permitir salvar vidas, lhes confere esse status ao qual nos referimos). Abaixo a prepotência, viva a humildade e o respeito.
Transferindo a situação das alas hospitalares para os corredores das escolas em que trabalhamos, surgem dúvidas como:- Quantas vezes essa idéia de superioridade não nos afasta, professores, de nossos alunos? Quantos casos detectados de alunos-problemas que, em nossos dizeres, não tem mais solução, poderiam ser solucionados se abandonássemos essa atitude de prepotência em nossas aulas e no relacionamento com os estudantes? Será que nós, profissionais da educação, também não cometemos os mesmos pecados percebidos no filme "Patch Adams" entre os médicos?
O filme nos provoca e estimula no sentido de fazer com que nos mobilizemos em favor de uma atitude mais respeitosa em relação aos outros, desperta a solidariedade numa época em que se fala tanto em ajudar as pessoas que precisam, incentiva os jovens (não só eles, nós também) a partir de um exemplo vitorioso e real (o filme baseia-se em fatos verídicos, o que aumenta sua credibilidade junto ao público) a participar de ações voluntárias e, nos mostra que precisamos dos outros, que não podemos nos isolar, que devemos estender a mão na direção dos demais seres humanos pois também contamos com seu auxílio. Um grande exemplo!
Lição de Solidariedade
A noção que possuímos a respeito do que seria algo "contagioso" nos remete de imediato a doenças e, em seguida, a imagem de médicos, jalecos brancos, hospitais, remédios, internações e tudo que esteja diretamente relacionado a área de saúde. Não é fácil atribuir um símbolo tão intimamente ligado a noção de enfermidades a um outro conceito, aparentemente tão díspar e distante quanto o amor. O título do filme em português nos remete de imediato a uma reflexão ( o que, creio, não foi proposital por parte dos responsáveis) pois nos faz pensar se é possível espalhar "bactérias" ou "vírus" do amor entre as pessoas, infectando-as de boas intenções e proporcionando, dessa forma, melhores ações por parte de todas elas.
Seria, sem qualquer sombra de dúvidas, muito mais interessante do que espalhar através de armas químicas o medo e a morte a inocentes como temos visto em algumas regiões desse planeta.
O filme nos mostra um estudante de medicina, que como milhares de outros acaba de entrar na universidade, e procura em seus professores a resposta para suas várias dúvidas a respeito da formação profissional, seu nome é Patch Adams (vivido por Robin Williams que tem, mais uma vez, a capacidade de nos fazer rir e chorar).
A observação dos mestres em ação, de suas atitudes, e principalmente da forma como eles se relacionam com seus pacientes desperta em Patch a consciência de que aos tratamentos médicos falta um quesito fundamental, a humanidade, entendida como respeito, apreço, consideração, estima e calor humano da parte dos médicos em relação a seus pacientes (e, mesmo, em termos da forma como interagem com as enfermeiras).
Patch percebe que o distanciamento dos doutores no tratamento de seus pacientes pode estar provocando repercussões não percebidas a "olho nu" que revertem negativamente na recuperação dos doentes. De que adiantam todos aqueles equipamentos modernos e caros, remédios de última geração, ambientes sofisticados e limpos como os dos hospitais norte-americanos (é fundamental, convenhamos, que os setores da saúde disponham desses recursos todos, coisa que em nossa pátria amada Brasil não acontece) se não há por parte dos responsáveis pelo tratamento uma aproximação em relação a seus pacientes? O distanciamento e o pouco caso dos profissionais da área podem causar malefícios a saúde de seus pacientes é o que, em última análise, conclui o jovem estudante.
Chegar a essa idéia não foi difícil, complicado pode ser reverter esse quadro.
Como fazer com que o pedestal que separa médicos e pessoas em tratamento seja destruído? De que forma podemos tornar mais humanos nossos especialistas em saúde para que eles consigam com atitudes e presença ajudar a reverter por completo o drama de muitos de seus pacientes? Me lembro bem de um relato de uma enfermeira a respeito da forma cruel como foram tratados os primeiros pacientes internados em virtude do vírus HIV (aids), distanciados dos médicos e de seus auxiliares, separados por portas e vidros de seus parentes, agonizavam até a morte sem ao menos um carinho, uma presença, uma palavra de conforto.
O brilhantismo de Patch permitiu a ele criar um movimento que, depois, acabou por se espalhar por todo o território norte-americano e, posteriormente, para várias regiões desse vasto mundo em que vivemos (inclusive o Brasil), chamado "doutores da alegria", que consiste na visita aos enfermos por parte de médicos treinados para fazer rir, para tirar de dentro dos doentes uma força adicional, para buscar em cada um deles uma energia extra que permita-lhes ficar um pouco mais fortes e combater com mais ênfase suas doenças.
Os "anticorpos" propostos pelo personagem de Williams, contidos nessa atitude benevolente, de paciência, de relacionamentos calorosos e de bom astral e humor, não foram bem aceitos logo de princípio, muitos médicos relutaram (há resistências até hoje) como transparece no filme, em abandonar suas auras de cidadãos especiais, dotados de super-poderes e, por isso mesmo, passíveis de uma conduta que muitas vezes chegava mesmo a causar constrangimento a seus pacientes (é óbvio que, como em qualquer profissão, há médicos que não se utilizam de suas prerrogativas para se sentir acima dos demais mortais, assim como é patente que o conhecimento que possuem, por lhes permitir salvar vidas, lhes confere esse status ao qual nos referimos). Abaixo a prepotência, viva a humildade e o respeito.
Transferindo a situação das alas hospitalares para os corredores das escolas em que trabalhamos, surgem dúvidas como:- Quantas vezes essa idéia de superioridade não nos afasta, professores, de nossos alunos? Quantos casos detectados de alunos-problemas que, em nossos dizeres, não tem mais solução, poderiam ser solucionados se abandonássemos essa atitude de prepotência em nossas aulas e no relacionamento com os estudantes? Será que nós, profissionais da educação, também não cometemos os mesmos pecados percebidos no filme "Patch Adams" entre os médicos?
O filme nos provoca e estimula no sentido de fazer com que nos mobilizemos em favor de uma atitude mais respeitosa em relação aos outros, desperta a solidariedade numa época em que se fala tanto em ajudar as pessoas que precisam, incentiva os jovens (não só eles, nós também) a partir de um exemplo vitorioso e real (o filme baseia-se em fatos verídicos, o que aumenta sua credibilidade junto ao público) a participar de ações voluntárias e, nos mostra que precisamos dos outros, que não podemos nos isolar, que devemos estender a mão na direção dos demais seres humanos pois também contamos com seu auxílio. Um grande exemplo!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
TERÇA 7 DE FEVEREIO DE 2012...
Vacinas contra a difteria
Guilherme Côrtes Fernandes, Katia de Carvalho Affonso & Terezinha Marta P.P. Castiñeiras
A difteria ("crupe") é uma doença imunoprevenível grave e potencialmente fatal, causada pela toxina produzida por uma bactéria, o Corynebacterium diphtheriae. A difteria que pode acometer pessoas susceptíveis (não adequadamente vacinadas) de qualquer idade e não apenas as crianças, como era mais comum antes da utilização sistemática da vacina. A transmissão se faz de pessoa a pessoa, através de gotículas de secreção respiratória contendo a bactéria (e eventualmente secreção de lesões cutâneas).
1. Por que ser vacinado contra a difteria?
A difteria pode ter sérias conseqüências, inclusive levar ao óbito. Logo nos primeiros dias, a formação de uma extensa pseudomembrana na garganta (sobre as amígdalas, palato, faringe e laringe) poderá resultar em sufocação (insuficiência respiratória alta). Adicionalmente, a liberação de toxinas, poderá induzir manifestações sistêmicas, resultando não raras vezes em compromentimento cardíaco(alterações de ritmo e função), neurológico (paralisias de nervos) e renal.
2. Quem precisa ser vacinado contra a difteria?
Todos. A bactéria causadora da difteria, pode ser encontrada na garganta (orofaringe) e também na pele de pessoas contaminadas (doentes ou não). A maioria das pessoas portadoras da bactéria não apresenta qualquer manifestação da doença (portadores sãos). Como não é possível detectar todos os portadores sãos, para controlar a disseminação da doença, é essencial que toda a população seja adequadamente vacinada, independente da idade. Cabe ressaltar que como a difteria não confere imunidade, os doentes também precisarão ser vacinados para a proteção futura.
3. Que vacinas existem contra a difteria?
As mais comumente utilizadas, geralmente combinadas ao toxóide tetânico, são:
Em crianças
. DTP e DTPa (proteção contra difteria, tétano e coqueluche)
. DT (proteção contra difteria e tétano)
Em adultos
. dT (proteção contra difteria e tétano).
3. Qual a composição das vacinas contra a difteria?
Todas as vacinas antidiftéricas, além dos componentes contra as outras doenças, são produzidas a partir da toxina diftérica inativada que atua como antígeno que estimula a produção de anticorpos. Além disso contém timerosal (Mertiolate®) como estabilizador, hidróxido de alumínio como adjuvante vacinal.
4. A vacina contra tétano e difteria (dT) pode causar reações?
Pode, como qualquer outra vacina, mas as reações são habitualmente brandas, quando ocorrem. As mais comuns (dor, vermelhidão e induração) são relacionadas ao local de aplicação da vacina, que é intramuscular. Eventualmente, pode ocorrer febre nas primeiras 72 horas após vacinação. Reações alérgicas graves (anafilaxia) são raras.
É importante ressaltar que existem preparações diferentes da vacina dupla para a crianças (DT) e adultos (dT), que diferem na quantidade de toxóide diftérico. A dT contém relativamente menos toxóide diftérico o que reduz significativamente as reações a este componente nos adultos (na verdade indicada para os maiores que sete anos).
5. A vacinação contra tétano e difteria é igual para crianças e adultos?
Não. O esquema básico de vacinação na infância começa no primeiro ano de vida. É feito com três doses de DTP (vacina contra tétano, difteria e coqueluche, adequada para crianças), aos dois, quatro e seis meses, seguindo-se de um reforço aos 15 meses e outro entre quatro e seis anos de idade. A partir daí, a cada dez anos, deve ser feito um reforço com dT (vacina contra tétano e difteria, adequada para adultos), para assegurar proteção adequada.
Os adultos que nunca foram vacinados contra tétano (grande parte da população adulta nunca foi, ou desconhece que tenha sido vacinada) deve receber três doses da vacina dupla de adulto (dT) para proteção contra o tétano e a difteria. O esquema padrão de vacinação (indicado para os maiores de sete anos) preconiza um intervalo de um a dois meses entre a primeira e a segunda dose e de seis a doze meses entre a segunda e a terceira dose, no intuito de assegurar elevados títulos de anticorpos protetores por tempo mais prolongado. Admite-se, entretanto, que a vacinação possa ser feita com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Depois de completada a série de três doses, é necessario apenas uma dose de reforço a cada dez anos, para manter a proteção adequada.
Crianças ou adultos que iniciaram a vacinação, e interromperam em qualquer época, devem completar as doses até a terceira, independente do tempo decorrido. A partir daí, o reforço deve ser feito a cada dez anos.
Vacinas contra a difteria
Guilherme Côrtes Fernandes, Katia de Carvalho Affonso & Terezinha Marta P.P. Castiñeiras
A difteria ("crupe") é uma doença imunoprevenível grave e potencialmente fatal, causada pela toxina produzida por uma bactéria, o Corynebacterium diphtheriae. A difteria que pode acometer pessoas susceptíveis (não adequadamente vacinadas) de qualquer idade e não apenas as crianças, como era mais comum antes da utilização sistemática da vacina. A transmissão se faz de pessoa a pessoa, através de gotículas de secreção respiratória contendo a bactéria (e eventualmente secreção de lesões cutâneas).
1. Por que ser vacinado contra a difteria?
A difteria pode ter sérias conseqüências, inclusive levar ao óbito. Logo nos primeiros dias, a formação de uma extensa pseudomembrana na garganta (sobre as amígdalas, palato, faringe e laringe) poderá resultar em sufocação (insuficiência respiratória alta). Adicionalmente, a liberação de toxinas, poderá induzir manifestações sistêmicas, resultando não raras vezes em compromentimento cardíaco(alterações de ritmo e função), neurológico (paralisias de nervos) e renal.
2. Quem precisa ser vacinado contra a difteria?
Todos. A bactéria causadora da difteria, pode ser encontrada na garganta (orofaringe) e também na pele de pessoas contaminadas (doentes ou não). A maioria das pessoas portadoras da bactéria não apresenta qualquer manifestação da doença (portadores sãos). Como não é possível detectar todos os portadores sãos, para controlar a disseminação da doença, é essencial que toda a população seja adequadamente vacinada, independente da idade. Cabe ressaltar que como a difteria não confere imunidade, os doentes também precisarão ser vacinados para a proteção futura.
3. Que vacinas existem contra a difteria?
As mais comumente utilizadas, geralmente combinadas ao toxóide tetânico, são:
Em crianças
. DTP e DTPa (proteção contra difteria, tétano e coqueluche)
. DT (proteção contra difteria e tétano)
Em adultos
. dT (proteção contra difteria e tétano).
3. Qual a composição das vacinas contra a difteria?
Todas as vacinas antidiftéricas, além dos componentes contra as outras doenças, são produzidas a partir da toxina diftérica inativada que atua como antígeno que estimula a produção de anticorpos. Além disso contém timerosal (Mertiolate®) como estabilizador, hidróxido de alumínio como adjuvante vacinal.
4. A vacina contra tétano e difteria (dT) pode causar reações?
Pode, como qualquer outra vacina, mas as reações são habitualmente brandas, quando ocorrem. As mais comuns (dor, vermelhidão e induração) são relacionadas ao local de aplicação da vacina, que é intramuscular. Eventualmente, pode ocorrer febre nas primeiras 72 horas após vacinação. Reações alérgicas graves (anafilaxia) são raras.
É importante ressaltar que existem preparações diferentes da vacina dupla para a crianças (DT) e adultos (dT), que diferem na quantidade de toxóide diftérico. A dT contém relativamente menos toxóide diftérico o que reduz significativamente as reações a este componente nos adultos (na verdade indicada para os maiores que sete anos).
5. A vacinação contra tétano e difteria é igual para crianças e adultos?
Não. O esquema básico de vacinação na infância começa no primeiro ano de vida. É feito com três doses de DTP (vacina contra tétano, difteria e coqueluche, adequada para crianças), aos dois, quatro e seis meses, seguindo-se de um reforço aos 15 meses e outro entre quatro e seis anos de idade. A partir daí, a cada dez anos, deve ser feito um reforço com dT (vacina contra tétano e difteria, adequada para adultos), para assegurar proteção adequada.
Os adultos que nunca foram vacinados contra tétano (grande parte da população adulta nunca foi, ou desconhece que tenha sido vacinada) deve receber três doses da vacina dupla de adulto (dT) para proteção contra o tétano e a difteria. O esquema padrão de vacinação (indicado para os maiores de sete anos) preconiza um intervalo de um a dois meses entre a primeira e a segunda dose e de seis a doze meses entre a segunda e a terceira dose, no intuito de assegurar elevados títulos de anticorpos protetores por tempo mais prolongado. Admite-se, entretanto, que a vacinação possa ser feita com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Depois de completada a série de três doses, é necessario apenas uma dose de reforço a cada dez anos, para manter a proteção adequada.
Crianças ou adultos que iniciaram a vacinação, e interromperam em qualquer época, devem completar as doses até a terceira, independente do tempo decorrido. A partir daí, o reforço deve ser feito a cada dez anos.
TERÇA 7 DE FEVEREIO DE 2012...
DIFTERIA
A difteria é uma infecção contagiosa que por vezes é mortal e que é provocada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.
Há alguns anos, a difteria era uma das causas principais de morte infantil.
Hoje em dia a difteria é muito pouco frequente nos países desenvolvidos, principalmente graças à vacinação maciça contra a doença.
No entanto, as bactérias da difteria ainda existem no mundo e podem provocar surtos epidémicos se não se recorrer a uma ampla vacinação. O surto mais importante dos últimos 50 anos tem lugar atualmente na Rússia e noutros países da anterior União Soviética.
As bactérias da difteria encontram-se normalmente nas gotas de humidade que são expulsas com a tosse. Raramente as bactérias se podem propagar através de objetos ou de artigos do lar contaminados, como roupa ou brinquedos.
Normalmente, as bactérias multiplicam-se na superfície ou perto das membranas mucosas da boca ou da garganta, onde provocam inflamação.
Alguns tipos de Corynebacterium diphtheriae libertam uma toxina potente que pode provocar lesões no coração e no cérebro.
Sintomas
A infecção começa entre 1 e 4 dias depois da exposição às bactérias.
Os sintomas costumam começar com uma inflamação ligeira na garganta e com dor ao engolir. Em geral, a criança tem alguma febre, uma frequência cardíaca acelerada, náuseas, vómitos, calafrios e dor de cabeça. Os gânglios linfáticos do pescoço podem inflamar-se.
A criança pode ter muita mucosidade no nariz que, muitas vezes, só afeta um orifício nasal, se as bactérias se localizarem no nariz. A inflamação pode estender-se da garganta à caixa da voz (laringe) e pode provocar inchaço da garganta ao ponto de estrangular a via respiratória e dificultar a respiração.
Na maioria dos casos, as bactérias formam uma pseudomembrana (uma lâmina de material composto de glóbulos brancos mortos, bactérias e outras substâncias) perto das amígdalas ou noutras áreas da garganta. A pseudomembrana é áspera e tem uma cor cinzento-sujo. Se for extraída bruscamente, pode provocar-se uma hemorragia das membranas mucosas subjacentes. A pseudomembrana pode estreitar os canais respiratórios ou desprender-se de improviso e bloquear completamente a via respiratória, impedindo que a criança possa respirar (uma situação urgente).
No entanto, algumas crianças com difteria ligeira nunca chegam a desenvolver uma pseudomembrana.
Se as bactérias libertarem uma toxina, esta pode disseminar-se pelo fluxo sanguíneo e danificar os tecidos de todo o corpo, sobretudo o coração e os nervos.
A lesão do músculo cardíaco (miocardite) é normalmente muito grave entre o dia 10 e 14, mas pode ocorrer em qualquer momento entre a 1.ª e a 6.ª semanas.
A lesão cardíaca pode ser ligeira e, nesse caso, pode manifestar-se só como uma anomalia menor no eletrocardiograma, ou muito grave, ao ponto de provocar insuficiência cardíaca e morte súbita.
A toxina afeta geralmente certos nervos, como os da garganta, e provoca dificuldades em engolir. Estes nervos costumam ser afetados durante a primeira semana da doença. Entre a 3.ª e a 6.ª semanas podem inflamar-se os nervos dos braços e das pernas, provocando debilidade.
O coração e os nervos recuperam lentamente ao longo de várias semanas.
A difteria pode afetar a pele (difteria cutânea). Embora seja mais frequente nos trópicos, a difteria cutânea também ocorre em alguns países desenvolvidos, particularmente em pessoas com falta de higiene que vivem em núcleos superpovoados (por exemplo, os sem-abrigo). Em casos muito raros a difteria afeta a vista.
Diagnóstico e tratamento
O médico pensa na difteria quando uma criança doente tem a garganta irritada e apresenta uma pseudomembrana. O diagnóstico pode ser confirmado tirando um espécime da membrana da garganta da criança com um hissope para fazer um cultura das bactérias.
A criança com sintomas de difteria é hospitalizada numa unidade de cuidados intensivos e recebe uma antitoxina (anticorpo que neutraliza a toxina da difteria que está a circular) logo que seja possível. No entanto, primeiro deve assegurar-se, mediante uma análise especial da pele, que a criança não é alérgica à antitoxina, que é fabricada com soro de cavalo. Uma criança alérgica à antitoxina primeiro deve ser dessensibilizada. Para isso, começa-se com doses muito pequenas de antitoxina e, progressivamente, vão sendo aumentadas.
Na unidade de cuidados intensivos, o médico e as enfermeiras confirmam que a respiração não está obstruída e que o coração funciona de forma satisfatória. Depois são administrados antibióticos, como penicilina ou eritromicina, para erradicar as bactérias da difteria.
A recuperação depois de uma difteria grave é lenta e uma criança com a infecção deve evitar retomar as suas atividades demasiado rapidamente, pois até o exercício físico normal pode provocar dano a um coração inflamado.
Prevenção
As crianças são imunizadas contra a difteria de forma sistemática.
A vacina da difteria é normalmente combinada com as vacinas do tétano e da tosse convulsa (pertosse), sob a denominação DTP (difteria-tétano-pertosse). (Ver tabela da secção 23, capítulo 251) Se alguém que tenha sido vacinado contra a difteria entrar em contato com uma pessoa infectada, uma dose de reforço aumenta a protecção.
Qualquer pessoa em contato com uma criança infectada deve ser examinada e deve tirar-se-lhe uma amostra da garganta com um hissope para fazer uma cultura.
Preventivamente, são-lhe administrados antibióticos durante 7 dias e é controlada para detectar qualquer sinal da doença.
Também se vacinará e administrar-se-á uma dose de reforço que contenha a bactéria da difteria a qualquer pessoa que estiver em contato com uma criança infectada e que não tenha sido vacinada ou que não tenha recebido uma dose de reforço nos 5 anos anteriores.
As pessoas com culturas de garganta negativas e que recentemente tenham sido vacinadas contra a difteria não necessitam de tratamento e tão-pouco implicam um risco para os outros.
No entanto, os portadores de bactérias da difteria (que não têm sintomas) podem efetivamente propagar a doença. Por conseguinte, estas pessoas também requerem antibióticos e deve-se fazer-lhes culturas repetidas da garganta para detectar sinais da doença.
Fonte: www.manualmerck.net
Difteria
Também conhecida como crupe, a difteria é altamente contagiosa, normalmente ocorre nos meses frios e atinge, principalmente, crianças de até 10 anos de idade.
A doença é causada pela toxina diftérica, produzida pelo bacilo Corynebacterium diphteriae, que se aloja nas amígdalas, faringe, laringe e fossas nasais, onde cria placas brancas ou acinzentadas, muitas vezes visíveis a olho nu.
A difteria é altamente contagiosa e é adquirida pelo simples contato com os infectados, com suas secreções ou com os objetos contaminados por eles.
Ambientes fechados facilitam a transmissão, que pode ser causada por portadores assintomáticos (que não manifestam a doença) ou mesmo por ex-doentes, já que estes continuam a eliminar o bacilo até seis meses após a cura.
Além das placas na garganta, a toxina diftérica também causa febre baixa (entre 37,5 e 38o Celsius), abatimento, palidez e dor de garganta discreta.
Se não for devidamente tratada, a difteria evolui, causando inchaço no pescoço (nos gânglios e nas cadeias cervicais), que, dependendo de seu tamanho, pode asfixiar o paciente.
A vacina tríplice continua a ser a principal arma contra a difteria, no entanto, caso a doença se estabeleça, recomenda-se o imediato isolamento do enfermo, para tratá-lo com o soro antidiftérico, que inativa a toxina produzida pelo bacilo.
As medidas profiláticas também recomendam a observação de todos que estiveram em contato com o enfermo, que devem ser investigados por meio de exames laboratoriais.
DIFTERIA
A difteria é uma infecção contagiosa que por vezes é mortal e que é provocada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.
Há alguns anos, a difteria era uma das causas principais de morte infantil.
Hoje em dia a difteria é muito pouco frequente nos países desenvolvidos, principalmente graças à vacinação maciça contra a doença.
No entanto, as bactérias da difteria ainda existem no mundo e podem provocar surtos epidémicos se não se recorrer a uma ampla vacinação. O surto mais importante dos últimos 50 anos tem lugar atualmente na Rússia e noutros países da anterior União Soviética.
As bactérias da difteria encontram-se normalmente nas gotas de humidade que são expulsas com a tosse. Raramente as bactérias se podem propagar através de objetos ou de artigos do lar contaminados, como roupa ou brinquedos.
Normalmente, as bactérias multiplicam-se na superfície ou perto das membranas mucosas da boca ou da garganta, onde provocam inflamação.
Alguns tipos de Corynebacterium diphtheriae libertam uma toxina potente que pode provocar lesões no coração e no cérebro.
Sintomas
A infecção começa entre 1 e 4 dias depois da exposição às bactérias.
Os sintomas costumam começar com uma inflamação ligeira na garganta e com dor ao engolir. Em geral, a criança tem alguma febre, uma frequência cardíaca acelerada, náuseas, vómitos, calafrios e dor de cabeça. Os gânglios linfáticos do pescoço podem inflamar-se.
A criança pode ter muita mucosidade no nariz que, muitas vezes, só afeta um orifício nasal, se as bactérias se localizarem no nariz. A inflamação pode estender-se da garganta à caixa da voz (laringe) e pode provocar inchaço da garganta ao ponto de estrangular a via respiratória e dificultar a respiração.
Na maioria dos casos, as bactérias formam uma pseudomembrana (uma lâmina de material composto de glóbulos brancos mortos, bactérias e outras substâncias) perto das amígdalas ou noutras áreas da garganta. A pseudomembrana é áspera e tem uma cor cinzento-sujo. Se for extraída bruscamente, pode provocar-se uma hemorragia das membranas mucosas subjacentes. A pseudomembrana pode estreitar os canais respiratórios ou desprender-se de improviso e bloquear completamente a via respiratória, impedindo que a criança possa respirar (uma situação urgente).
No entanto, algumas crianças com difteria ligeira nunca chegam a desenvolver uma pseudomembrana.
Se as bactérias libertarem uma toxina, esta pode disseminar-se pelo fluxo sanguíneo e danificar os tecidos de todo o corpo, sobretudo o coração e os nervos.
A lesão do músculo cardíaco (miocardite) é normalmente muito grave entre o dia 10 e 14, mas pode ocorrer em qualquer momento entre a 1.ª e a 6.ª semanas.
A lesão cardíaca pode ser ligeira e, nesse caso, pode manifestar-se só como uma anomalia menor no eletrocardiograma, ou muito grave, ao ponto de provocar insuficiência cardíaca e morte súbita.
A toxina afeta geralmente certos nervos, como os da garganta, e provoca dificuldades em engolir. Estes nervos costumam ser afetados durante a primeira semana da doença. Entre a 3.ª e a 6.ª semanas podem inflamar-se os nervos dos braços e das pernas, provocando debilidade.
O coração e os nervos recuperam lentamente ao longo de várias semanas.
A difteria pode afetar a pele (difteria cutânea). Embora seja mais frequente nos trópicos, a difteria cutânea também ocorre em alguns países desenvolvidos, particularmente em pessoas com falta de higiene que vivem em núcleos superpovoados (por exemplo, os sem-abrigo). Em casos muito raros a difteria afeta a vista.
Diagnóstico e tratamento
O médico pensa na difteria quando uma criança doente tem a garganta irritada e apresenta uma pseudomembrana. O diagnóstico pode ser confirmado tirando um espécime da membrana da garganta da criança com um hissope para fazer um cultura das bactérias.
A criança com sintomas de difteria é hospitalizada numa unidade de cuidados intensivos e recebe uma antitoxina (anticorpo que neutraliza a toxina da difteria que está a circular) logo que seja possível. No entanto, primeiro deve assegurar-se, mediante uma análise especial da pele, que a criança não é alérgica à antitoxina, que é fabricada com soro de cavalo. Uma criança alérgica à antitoxina primeiro deve ser dessensibilizada. Para isso, começa-se com doses muito pequenas de antitoxina e, progressivamente, vão sendo aumentadas.
Na unidade de cuidados intensivos, o médico e as enfermeiras confirmam que a respiração não está obstruída e que o coração funciona de forma satisfatória. Depois são administrados antibióticos, como penicilina ou eritromicina, para erradicar as bactérias da difteria.
A recuperação depois de uma difteria grave é lenta e uma criança com a infecção deve evitar retomar as suas atividades demasiado rapidamente, pois até o exercício físico normal pode provocar dano a um coração inflamado.
Prevenção
As crianças são imunizadas contra a difteria de forma sistemática.
A vacina da difteria é normalmente combinada com as vacinas do tétano e da tosse convulsa (pertosse), sob a denominação DTP (difteria-tétano-pertosse). (Ver tabela da secção 23, capítulo 251) Se alguém que tenha sido vacinado contra a difteria entrar em contato com uma pessoa infectada, uma dose de reforço aumenta a protecção.
Qualquer pessoa em contato com uma criança infectada deve ser examinada e deve tirar-se-lhe uma amostra da garganta com um hissope para fazer uma cultura.
Preventivamente, são-lhe administrados antibióticos durante 7 dias e é controlada para detectar qualquer sinal da doença.
Também se vacinará e administrar-se-á uma dose de reforço que contenha a bactéria da difteria a qualquer pessoa que estiver em contato com uma criança infectada e que não tenha sido vacinada ou que não tenha recebido uma dose de reforço nos 5 anos anteriores.
As pessoas com culturas de garganta negativas e que recentemente tenham sido vacinadas contra a difteria não necessitam de tratamento e tão-pouco implicam um risco para os outros.
No entanto, os portadores de bactérias da difteria (que não têm sintomas) podem efetivamente propagar a doença. Por conseguinte, estas pessoas também requerem antibióticos e deve-se fazer-lhes culturas repetidas da garganta para detectar sinais da doença.
Fonte: www.manualmerck.net
Difteria
Também conhecida como crupe, a difteria é altamente contagiosa, normalmente ocorre nos meses frios e atinge, principalmente, crianças de até 10 anos de idade.
A doença é causada pela toxina diftérica, produzida pelo bacilo Corynebacterium diphteriae, que se aloja nas amígdalas, faringe, laringe e fossas nasais, onde cria placas brancas ou acinzentadas, muitas vezes visíveis a olho nu.
A difteria é altamente contagiosa e é adquirida pelo simples contato com os infectados, com suas secreções ou com os objetos contaminados por eles.
Ambientes fechados facilitam a transmissão, que pode ser causada por portadores assintomáticos (que não manifestam a doença) ou mesmo por ex-doentes, já que estes continuam a eliminar o bacilo até seis meses após a cura.
Além das placas na garganta, a toxina diftérica também causa febre baixa (entre 37,5 e 38o Celsius), abatimento, palidez e dor de garganta discreta.
Se não for devidamente tratada, a difteria evolui, causando inchaço no pescoço (nos gânglios e nas cadeias cervicais), que, dependendo de seu tamanho, pode asfixiar o paciente.
A vacina tríplice continua a ser a principal arma contra a difteria, no entanto, caso a doença se estabeleça, recomenda-se o imediato isolamento do enfermo, para tratá-lo com o soro antidiftérico, que inativa a toxina produzida pelo bacilo.
As medidas profiláticas também recomendam a observação de todos que estiveram em contato com o enfermo, que devem ser investigados por meio de exames laboratoriais.
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